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Autor

Hélio Lopes

O Putin é um marotão das dúzias ...

Já não causa estranheza as constantes acusações à Rússia e a Vladimir Putin por razões as mais diversas e bem acima das usuais mil e uma, como usa dizer-se. Assim, a Rússia de Putin farão tudo o que existe de pior em política. Em contrapartida, dos Estados Unidos ouvem-se risadas ee paródias ao redor dos terríveis males que têm causado a toda a humanidade, com mui raríssimas exceções. E tudo consequência de terem tomado para si o direito de pretenderem comandar o mundo, explorar os povos e as suas riquezas. Um dos casos mais recentes prende-se, até, com a receção de escravos brasileiros enviados, alugados ou vendidos por evangélicos do Brasil aos seus congénes norte-americanos. E tudo sem que ninguém, nos Estados Unidos, tivesse conhecimento nem tenha ainda reagido...

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Persistir na desinformação

Numa notícia de ontem, creio que publicada nas NOTÍCIAS AO MINUTO – pode não ter sido este o órgão de comunicação social, mas um outro –, podia ler-se esta afirmação, sintetizadora do estudo apresentado publicamente pelo IPMA: meteorologistas dizem que as descargas elétricas só ocorreram depois de o incêndio ter começado.

Ora, o que os meteorologistas disseram foi que desse facto só existem registos, ao nível dos equipamentos disponíveis, depois do incêndio ter começado, o que é muito diferente. Uma situação que me faz repetir aqui uma história simples, passada comigo no meu terceiro ano de Engenharia Civil, quando já trabalhava na extinta Direção-Geral das Construções Escolares.

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Finalmente!!

CavacoComo usualmente, estou a escrever este texto num dos meus cafés do dia-a-dia. E – espanto dos espantos! – vai-se falando e tudo, com exceção da mudança presidencial de ontem. Fala-se de ter passado o frio, do jogo do Benfica na Rússia, dos clubes que podem seguir-se com os vermelhos, de meras questões pessoais, mas nada sobre a mudança presidencial. Uma realidade diária, mas a que é necessário juntar que a idade média das onze pessoas presentes nas conversas deverá andar pelos sessenta e oito ou setenta anos. Das três jovens novas presentes numa outra mesa, apenas conversas sobre aspetos profissionais e coisas ao redor do que se contém em certa revista do social. Mas vamos, então, à mudança presidencial de ontem.

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Na calha.

Não recordo agora se cheguei a escrever a minha descrença nas candidaturas de Montenegro, Rangel e Santana à liderança do PSD. Mas sempre acreditei que Rui Rio, desta vez, o faria, embora também não recorde se disto falei ou não. Em todo o caso, temos já mui diminuído o grau de indeterminação que pairava no caminho que o PSD está agora obrigado a trilhar.

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As autárquicas.

Tiveram lugar, finalmente, as eleições nacionais destinadas a escolher os representantes do poder local. Com mui aceitável precisão, teve lugar o que se esperava: um excelente resultado do PS, um terrível resultado do PSD. Simplesmente, estas eleições têm pouco para apontar, que seja reaalmente importante.

Talvez seja preferível abordar aqui os resultados realmente desagradáveis, bem mais que os que se saldaram em êxito. E existem três resultados que comportam amargura, embora em doses muitíssimo diferentes.

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