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Autor

Hélio Lopes

UMA COINCIDÊNCIA CURIOSA

Neste passado fim-de-semana tive em minha casa a minha netinha querida, almoçando connosco e estudando durante as tardes de sábado e domingo a disciplina de História e Geografia de Portugal, ao redor dos reinos de Afonso III, Dinis e Afonso IV. Um fim-de-semana em que se encontrava já vivo o debate sobre a retoma do desenvolvimento do interior do País.

A dado passo, fui encontrar, com a Pequenina, uma nota lateral, sobre um fundo amarelado, onde se referia o seguinte: neste tempo a população portuguesa era de um milhão de habitantes, mais no Norte que no Sul, mais no litoral que no interior. Ou seja, a situação era já da natureza da atual, embora muitíssimo menos aguda.

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MAIS UM ESTUDO.

Encontrei ontem, creio que na edição do EXPRESSO, a notícia de que o Observatório da Sociedade Portuguesa da Católica Lisbon / School of Business and Economics realizou, em novembro de 2017, um estudo intitulado, ESTUDO DA SOCIEDADE PORTUGUESA: FELICIDADE, HÁBITOS DE POUPANÇA E CONFIANÇA ECONÓMICA, e que foi agora divulgado. Mais um estudo.

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PARA ALGUNS, A VIDA É UMA CHATICE.

O título do presente texto constitui uma verdade absoluta, apenas com o acrescento de que os aqui referidos por alguns acabam mesmo por ser todos. A verdade é que o mundo conhecido não corresponde a um qualquer paraíso, seja isto o que for, nem se conhece nenhum outro que possa ser compreendido, afinal, como um paraíso.

Isto mesmo está presente na nossa atual vida político-partidária, desde que se olhe esta do lado da atual oposição da Direita – PPD/PSD e CDS/PP. Objetivamente, quase nada corre bem a este setor da nossa vida política.

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OS PIGMEUS DA POLÍTICA INTERNACIONAL.

A recente decisão de Donald Trump, no sentido de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, para aqui vindo a transferir, no futuro, a embaixada norte-americana, não constituiu para mim uma grande surpresa. Não a esperava para este dia recente, mas sabia que tal viria a ser uma realidade, a curto ou médio prazo, na política norte-americana.

Claro está que Donald Trump sabia que as reações do mundo, para lá das palavras frouxas do costume e da correspondente inconsequência, nunca seriam um obstáculo. E mesmo pelo lado da grande comunicação social, a verdade é que Donald sabe bem que a mesma, de um modo muito geral, se limitará a noticiar o facto, nada fazendo que possa mostrar ao mundo o nefando papel nele exercido pelos Estados Unidos.

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Na calha.

Não recordo agora se cheguei a escrever a minha descrença nas candidaturas de Montenegro, Rangel e Santana à liderança do PSD. Mas sempre acreditei que Rui Rio, desta vez, o faria, embora também não recorde se disto falei ou não. Em todo o caso, temos já mui diminuído o grau de indeterminação que pairava no caminho que o PSD está agora obrigado a trilhar.

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