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Autor

Hélio Lopes

As autárquicas.

Tiveram lugar, finalmente, as eleições nacionais destinadas a escolher os representantes do poder local. Com mui aceitável precisão, teve lugar o que se esperava: um excelente resultado do PS, um terrível resultado do PSD. Simplesmente, estas eleições têm pouco para apontar, que seja reaalmente importante.

Talvez seja preferível abordar aqui os resultados realmente desagradáveis, bem mais que os que se saldaram em êxito. E existem três resultados que comportam amargura, embora em doses muitíssimo diferentes.

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TUDO É AGORA CLARO.

A presença de Pedro Santos Guerreiro no noticiário da SIC de ontem veio tornar o caso do dito relatório de Tancos muitíssimo claro. Tudo passou agora a ser claro, depois de ali mostrar o tal conjunto de papeis – o dito relatório –, com um total de sessenta e três páginas. O problema, que Pedro também acabou por explicar, é que aquele dito relatório nada representa.

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DO POSSÍVEL À REALIDADE.

Chega a causar um sorriso de atrapalhação a recente receita de apontar o estado a que o atual Governo de António Costa chegou como sendo, por igual, obra da ação do liderado por Pedro Passos Coelho e Paulo Portas. E mais engraçado tudo se torna quando nos surge o penúltimo a garantir que tudo estaria hoje ainda melhor se o anterior Governo tivesse continuado no poder!

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UMA TREMENDA FALTA DE QUALIDADE JORNALÍSTICA.

Malgrado tudo, foi com um espanto enorme que ontem acompanhei o debate entre os candidatos às eleições autárquicas de Loures. Uma verdadeira chicana, causada por uma má iniciativa de Judite de Sousa, também pela já conhecida intervenção televisiva de André Ventura, candidato do PSD e apoiado abertamente por Pedro Passos Coelho, e assim continuada e inapropriadamente consentido por Judite de Sousa.

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O REGRESSO DA CHICANA.

Só mesmo os mais desatentos, ou os completamente desinteressados da vida política portuguesa, podem não ter ainda compreendido a aflição do PSD – também do CDS/PP, mas em menor grau –, deitando mão do maiss ínfimo pormenor, tentando amplificá-lo através da grande comunicação sociaal, hoje virada ao neoliberalismo sem pensar duas vezes. Para o PSD – foi sempre o mesmo, apenas adaptado às circunstâncias –, vale hoje tudo e umas botas mais. Até a falta de precipitação devia ter sido prevista, assim se conseguindo que quase tudo se mantivesse como se a situação fosse a inversa.

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