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Autor

Hélio Lopes

Tremendas Baralhadas

Os nossos noticiários televisivos, ao menos, tornaram-se em autênticas fontes de baralhadas quase sem fim. Todos recordam ainda o caso do avião caído no combate aos incêndios florestais, mas que, afinal, nunca havia caído. E do modo célere como nos brindaram com as declarações de Pedro Passos Coelho sobre suicídios, sem sequer se darem ao luxo de testar tais declarações. Ao fim de todas as contas, felizmente, ninguém se havia suicidado. A verdade é que este rol se tornou imparável, apresentando um ritmo quase diário, mas com variações ao longo do próprio dia. Vejamos alguns exemplos destas baralhadas.

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Dois momentos engraçados.

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa visitou há dias a Lituânia, onde se encontrou com a sua homóloga, Dalia Grybauskaité, tendo decorrido deste encontro duas tomadas de posição que se constituem noutras tantas graças. Dois momentos deveras engraçados.

Como se conhece à saciedade, o Governo da Coreia do Norte não declarou guerra a quem quer que fosse, nem atacou um qualquer outro Estado da Comunidade Internacional. Pelo contrário, têm sido os Estados Unidos de Donald Trump que vêm ameaçando a Coreia do Norte, porque sempre entenderam (e continuam a entender!) serem os senhores do mundo.

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As candidaturas à autarquia de Oeiras.

Foi enorme a admiração que atingiu ao tomar ontem conhecimento da recusa pelo Tribunal de Oeiras da candidatura autárquica de Isaltino Morais. Uma admiração que se viu de pronto acrescida quando soube que o mesmo havia tido lugar com uma outra candidatura, liderada por uma senhora que ainda desconheço cabalmente. Mas tudo se tornou gigantesco quando escutei de Isaltino Morais a notícia de que o juiz da decisão terá relações de familiaridade com o candidato Paulo Vistas, ao que referiu, sendo um padrinho de casamento do outro. Como facilmente se perceberá, fiquei estupefacto, admitindo, claro está, que este último acontecimento é verdadeiro.

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SOBRE O “NOVO” PSD E O VELHO PS.

Num dia destes, tive a oportunidade de ler, e de guardar, o texto de Paulo Trigo Pereira, O NOVO PSD E O VELHO PS. Fi-lo para uma pasta com textos seus de opinião, incluída numa outra com pastas ao redor de personalidades consagradas da nosso vida político-social. Li, naturalmente, o texto e discordei de quase tudo, parecendo-me valer a pena alinhar alguns conteúdos sobre o tema em causa.

Acontece que o deputado e académico dividiu o seu texto em duas partes, a primeira tratando o caso do “NOVO” PSD, a segundo abordando o do VELHO PS, pelo que seguirei aqui esta mesma dicotomia, antecedida, em todo o caso, de algumas considerações minhas ao redor de questões que, sendo fundamentais, situando-se mesmo a montante do tema tratado naquele texto, nele não estão presentes.

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BRUSCAMENTE NO VERÃO QUE CORRE.

Creio bem que o leitor consegue imaginar a dor psicológica dos deputados da nossa Direita – PSD e CDS/PP –, porventura mesmo choque psicológico, ao terem ontem escutado do Chefe do Estado-Maior do Exército o reconhecimento de que não existiu qualquer responsabilidade política no caso de Tancos, antes tudo o resto que ali expôs com verdade e grande manifestação dos melhores princípios ético-militares. Tenho aqui que recpnhecer o meu erro, porque não acreditava num tal perfil de tão elevada honra militar. Ou seja, todos erramos e todos os dias.

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