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Autor

Hélio Lopes

Os Portugueses conseguem.

Os portugueses, na sua enorme maioria, viveram com espanto e com dor a recente tragédia que se abateu sobre tantos dos seus em Pedrógão Grande, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, etc.. Uma tragédia cujo saldo final foi algo de cabalmente inusual, atingindo tantas famílias e concidadãos, e mesmo o suporte da sobrevivência coletiva de muitos daqueles concelhos.

Esta realidade conduz-nos ao que se passou na Europa e em diversos outros lugares do mundo, no final da Segunda Guerra Mundial: sem o apoio externo das nações não atingidas, concedido em condições excecionais, os países destruídos só com muitos décadas ou séculos conseguiriam regressar à senda do desenvolvimento. E é algo de semelhante que tem de dar-se com os portugueses, sejam os que residem no território português, sejam os que se situam na grande diáspora lusitana. Até mesmo com os novos Estados que hoje falam a língua portuguesa.

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É VERDADE, A SEDES!!

Volta que não volta, após longos períodos de ausência, surge-nos a SEDES, como que proveniente de um mundo estranho e pouco entendível. E a experiência mostrou, quase sempre, que também do seu lado não vem bom vento nem bom casamento. Invariavelmente, sem realmente nada resolver, a SEDES acaba por criar instabilidade política.

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OS PARTIDOS ESTÃO MORTOS?

Quem tiver a oportunidade de ler o presente texto, quase com toda a certeza, conhece há muito que o português, no plano político, fala por falar. Invariavelmente, diz mal, mesmo sem refletir, minimamente, sobre aquilo de que fala. Como muitas vezes pude referir, a democracia nunca foi, ao longo de toda a II República, um tema de grande interesse ou preocupação para os portugueses. E, passados os primeiros anos da III República, os portugueses, em face da nefanda ação de muita gente da classe política, de parceria com o seu modo próprio de estar na vida, foram-se afastando de novo da democracia.

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UMA CHATICE DOS DIABOS...

A recente vitória de Donald Trump na corrida à Casa Branca, bem como tudo o que foi tendo lugar ao longo da campanha eleitoral anterior, veio mostrar a fantástica impostura em que se constitui a designada democracia norte-americana. Em bom rigor, uma autêntica plutocracia, onde manda o dinheiro e o sistema desde há muito montado por célebres famílias. Um sistema que se foi sempre fortalecendo através da guerra, levada pelos Estados Unidos às sete partidas do mundo.

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QUANDO O DESCONFORTO É OUTRO...

Nunca duvidei da falta de lógica das candidaturas ditas independentes desde que a moda surgiu. Invariavelmente, mormente em Portugal, tais candidaturas disfarçam concidadãos nossos da Direita, mas que se recusam a militar num partido político, saltitando, depois, entre posições cuja proximidade vai variando com cada partido em função das condições objetivas.

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