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Autor

Manuel Ramos

Maior autonomia curricular abre portas ao ensino da obra de Bento da Cruz nas escolas.

Ainda é um conceito mal definido, mas é intenção do Ministério da Educação que 25% do currículo escolar seja gerido pelas escolas de acordo com os interesses da comunidade educativa. Esta maior autonomia para gerir de forma flexível a matriz dos programas pode, por exemplo, contemplar a introdução de assuntos locais nas aulas de, por exemplo, Português e História.

Assim sendo, nas aulas de Português, que é o que agora importa, uma pequena parte do programa poderia ser dedicada à leitura e estudo de autores locais. No campo da prosa (deixemos agora de parte a lírica, quer a lírica popular recolhida em romanceiros, quer a lírica de autor), a obra ficcional de Bento da Cruz não tem rival à altura, pelo que, caso este projecto tenha pernas para andar, este autor deverá ser unanimemente aceite sem qualquer oposição.

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O terceiro pilar e a política florestal de Orlando Alves

Ainda todos se recordam da última campanha de Orlando Alves e das suas promessas eleitorais e como não custa prometer. Ai se as promessas pagassem imposto... Orlando Alves pagaria milhões! À maneira de um grandioso e pulcro edifício, ele estruturou o seu programa político em três maciços pilares em que, por assim dizer, assentaria a sua acção política: agricultura, pecuária e floresta.

É assim que ele diz:

“São três os pilares do nosso desenvolvimento e sustentabilidade AGRICULTURA, PECUÁRIA E FLORESTA”.

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Mau começo para o PLANALTO BARROSÃO. “Quem nasce torto…”

Era um dia de outono, mas parecia de verão, e eu estava a dar uma vista de olhos pela edição n.º 1 do novo projecto jornalístico do PS, que tem por título “Planalto Barrosão”. Com apenas oito páginas mal editadas, lê-se depressa. É também um projecto que pretende imitar a vários níveis o antigo CORREIO DO PLANALTO, do Dr. Bento da Cruz, e pretende colmatar uma lacuna do PS local que é a de não ter um bom jornal, nem de controlar no concelho a informação jornalística.

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Leituras de Verão: entre o Padre Domingos Barroso e Bento da Cruz

De entre os muitos livros que li nestas férias grandes, uns relativos a Barroso, outros relativos às matérias que estudo, dois despertaram a minha atenção: “As Ripadas do Padre Domingos Barroso” e os “Guerrilheiros Antifranquistas em Trás-os-Montes”, de Bento da Cruz. Em próxima edição abordarei “A História de Barroso”, de José Dias Baptista, apresentando algum conteúdo erróneo e viciante.

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Um pokemon raro de encontrar.

Na última edição do NB, o Dr. Bento Monteiro pediu a aclaração de algumas questões que circulavam na Vila acerca do novo provedor da Santa Casa, quer fossem meros boatos, quer tivessem fundamento.

As principais são:

(1) É verdade ou não que uma dos primeiros actos do provedor foi arranjar um emprego ao filho?

(2) É verdade ou não que o provedor remodelou o seu gabinete e não fez nada pelas instalações dos velhinhos?

(3) É verdade ou não que, havendo uma página da internet, foi apagada e substituída por outra parecida?

(4) É verdade ou não que o provedor pediu um chorudo salário quando tinha dito na campanha eleitoral que, sendo reformado e dispondo de tempo, iria servir a Misericórdia sem esperar contrapartidas?

Na última semana houve reunião dos órgãos daquela Santa Casa. Compareceram muitos irmãos. Um deles confrontou o novo provedor com as questões colocadas pelo Dr. Bento Monteiro.

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