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Autor

Manuel Ramos

Achado arqueológico em Sezelhe

Recentemente a Câmara de Montalegre deu a conhecer o resultado de uma pequena escavação arqueológica na aldeia de Sezelhe. Como o povo afirmava que naquele lugar apareciam telhas diferentes, a Câmara quis saber que vestígios eram aqueles e, procedendo corretamente, encomendou o trabalho aos arqueólogos.

Foram encontrados muros de habitações, tégulas (telhas) e ímbrices (pequena telha encanelada que cobre a junção de duas tégulas para a água não entrar). A este tipo de cobertura também se dá o nome de “telhas romanas”.

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“Ripadas” no dia do município

O dia do município de Montalegre, celebrado no passado 9 de junho, tinha condições, pela variedade e importância do programa, para ser um dos melhores de sempre, mas não foi. A variedade do programa englobava uma sessão de homenagem a dois desportistas, lançamento do livro “As Ripadas do Padre Domingos Barroso” da autoria do Cor. Dias Vieira, o encerramento de umas jornadas sobre educação (XIX Encontros de Basto e Barroso), que contou com a presença de David Justino, ex-Ministro da Educação, entre outros peritos em educação, e um painel sobre a obra de Bento da Cruz, entre outras coisas, como a atuação da Orquestra do Norte.

As coisas começaram logo mal de manhã, quando o Secretário de Estado da Educação devia estar presente, mas chegou várias horas atrasado. Só chegou por volta das 15h15, aquando do início das jornadas sobre educação.

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A Santa Casa Socialista

Poucas vezes consulto o facebook e, quando o faço, é breve e desinteressadamente. No entanto, há dias consultei-o com demora e voltei a consultá-lo. A minha atenção tinha sido despertada por um vídeo que circulava nas redes sociais acerca da tomada de posse do novo provedor da Misericórdia. Como eu conhecia a polémica que envolveu a sua eleição e como sabia os argumentos que tinham sido apresentados contra, tive curiosidade em visioná-lo para saber o que Fernando Rodrigues argumentaria a seu favor e qual a sua acção (melhor, a sua política) para a Santa Casa.

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VIAGEM INTERNACIONAL PARA IR À ESCOLA.

Tourém, 7 de Janeiro de 2016.

Nesta freguesia, como em todas as periféricas, as crianças em idade escolar levantam-se com o cantar do galo para irem à escola no centro escolar de Montalegre. Todos os dias empreendem uma viagem épica, isto é, internacional, para irem à escola, cruzando duas fronteiras para cada lado do percurso. Por certo, não haverá em Portugal crianças tão sacrificadas.

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Alunos sem escola por falta de transporte.

Era um sábado e eu tinha ido ao café ler o jornal, pois para mim o café ainda é o melhor sítio para o fazer. Pouco depois chega um pai com crianças na escola e senta-se. A meio da conversa confessou, estupefacto, que há períodos do ano em que algumas crianças não vão à escola porque a Câmara não efectua o transporte. Quanto a mim, que tenho em grande conta a instrução das pessoas, não queria acreditar naquilo que estava a ouvir.

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