imagem_aoutravoz_jpg.jpg

A ENTREVISTA DE ANTÓNIO CAMPOS.

Categoria: Opinioes
Publicado em domingo, 06 maio 2018, 19:40

Na sequência do abandono do PS por parte de José Sócrates foi dado ver a muitos portugueses interessados uma entrevista relativamente curta de António Campos, que foi um dos fundadores do PS, ainda antes da Revolução de 25 de Abril. Ainda que curta, e num certo sentido, a entrevista teve o seu interesse, dado que permite compreender alguns dos equívocos sobre que tem vivido o desenrolar da III República em Portugal. É sobre esses equívocos que me determinei a escrever o presente texto.

Entre alhos e bugalhos.

Categoria: Opinioes
Publicado em quarta, 21 março 2018, 16:51

Num texto seu de ontem, na sua página de Facebook, Carlos Abreu Amorim, deputado do PSD na Assembleia da República, brinca, usando a ironia, ao redor do convite feito a Pedro Passos Coelho para o exercício das funções de catedrático convidado no ISCSP, olhando-as pela lente de uma intervenção que José Sócrates irá realizar sobre o tema, O Projeto Europeu depois da Crise Económica, e que se insere na conferência, ECONOMIA HOJE, FUTURO AMANHÃ, que irá ter lugar sob os auspícios da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

UMA COINCIDÊNCIA CURIOSA

Categoria: Opinioes
Publicado em sexta, 02 março 2018, 11:29

Neste passado fim-de-semana tive em minha casa a minha netinha querida, almoçando connosco e estudando durante as tardes de sábado e domingo a disciplina de História e Geografia de Portugal, ao redor dos reinos de Afonso III, Dinis e Afonso IV. Um fim-de-semana em que se encontrava já vivo o debate sobre a retoma do desenvolvimento do interior do País.

A dado passo, fui encontrar, com a Pequenina, uma nota lateral, sobre um fundo amarelado, onde se referia o seguinte: neste tempo a população portuguesa era de um milhão de habitantes, mais no Norte que no Sul, mais no litoral que no interior. Ou seja, a situação era já da natureza da atual, embora muitíssimo menos aguda.

MAIS UM ESTUDO.

Categoria: Opinioes
Publicado em terça, 20 fevereiro 2018, 17:25

Encontrei ontem, creio que na edição do EXPRESSO, a notícia de que o Observatório da Sociedade Portuguesa da Católica Lisbon / School of Business and Economics realizou, em novembro de 2017, um estudo intitulado, ESTUDO DA SOCIEDADE PORTUGUESA: FELICIDADE, HÁBITOS DE POUPANÇA E CONFIANÇA ECONÓMICA, e que foi agora divulgado. Mais um estudo.

Então e as IPSS?

Categoria: Opinioes
Publicado em segunda, 15 janeiro 2018, 17:26

A vida portuguesa recente tem permitido assistir a uma elevação sem limite das designadas IPSS, como se estas se constituam em instituições com uma extraordinária capacidade de realização de serviço aos mais carenciados. Certamente com situações deste tipo, estou hoje firmemente convencido de que tal não é o panorama geral. Infelizmente, a nossa grande comunicação social está a anos-luz de nos mostrar a verdadeira realidade que se encontra no seio de muitas destas instituições.

PARA ALGUNS, A VIDA É UMA CHATICE.

Categoria: Opinioes
Publicado em sábado, 16 dezembro 2017, 16:02

O título do presente texto constitui uma verdade absoluta, apenas com o acrescento de que os aqui referidos por alguns acabam mesmo por ser todos. A verdade é que o mundo conhecido não corresponde a um qualquer paraíso, seja isto o que for, nem se conhece nenhum outro que possa ser compreendido, afinal, como um paraíso.

Isto mesmo está presente na nossa atual vida político-partidária, desde que se olhe esta do lado da atual oposição da Direita – PPD/PSD e CDS/PP. Objetivamente, quase nada corre bem a este setor da nossa vida política.

OS PIGMEUS DA POLÍTICA INTERNACIONAL.

Categoria: Opinioes
Publicado em segunda, 11 dezembro 2017, 17:15

A recente decisão de Donald Trump, no sentido de reconhecer Jerusalém como capital de Israel, para aqui vindo a transferir, no futuro, a embaixada norte-americana, não constituiu para mim uma grande surpresa. Não a esperava para este dia recente, mas sabia que tal viria a ser uma realidade, a curto ou médio prazo, na política norte-americana.

Claro está que Donald Trump sabia que as reações do mundo, para lá das palavras frouxas do costume e da correspondente inconsequência, nunca seriam um obstáculo. E mesmo pelo lado da grande comunicação social, a verdade é que Donald sabe bem que a mesma, de um modo muito geral, se limitará a noticiar o facto, nada fazendo que possa mostrar ao mundo o nefando papel nele exercido pelos Estados Unidos.